terça-feira, 26 de novembro de 2019

Relatório aponta que Brasil é o 9º país que mais envia estudantes para os EUA


Os dados apontam um aumentando 9,8% entre 2018 e 2019

Jhenifer Renata e Assessoria

Reprodução: Acontece no Vale
O Brasil é o nono país que mais envia estudantes para os Estados Unidos da América (EUA) segundo dados do Relatório Open Doors 2019, divulgado este mês. Os dados apontam um aumentando 9,8% quando comparado às matrículas de 2018 e 2019.

Segundo dados do Intercâmbio Educacional Internacional e do Bureau de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos EUA, o número total de estudantes estrangeiros no país aumentou 0,5% atingindo um recorde de 1.095.299 no ano letivo de 2018-2019.

O Brasil também experimenta um aumento significativo de 29,9% no recebimento de estudantes dos EUA em relação ao último ano. Conforme dados do relatório Open Doors 2019, os Estados Unidos continuam sendo o principal anfitrião de estudantes internacionais em todo o mundo.

Desde 1954, o Open Doors é realizado anualmente pelo Institute of International Education (IIE – Instituto de Educação Internacional). Na pesquisa, contém informações sobre os estudantes internacionais que vão estudar nos Estados Unidos, e também sobre a situação reversa (estudantes americanos no exterior).

O encarregado de negócios interino William Popp, destacou a importância do estudo internacional para a missão dos Estados Unidos no Brasil. “O intercâmbio educacional entre o Brasil e os Estados Unidos é uma prioridade para nós. Estamos muito satisfeitos em ver aumentar o número de brasileiros que escolhem os Estados Unidos como seu destino de estudo preferido e esperamos que o crescimento em nossos intercâmbios educacionais continue. Fortes parcerias entre instituições americanas e brasileiras como o Education USA, a Fulbright, a CAPES e outras ajudaram a tornar esse aumento possível” comentou Popp.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Uso excessivo de celular afeta o desenvolvimento infantil


A recomendação é que crianças de 5 a 13 anos usem os dispositivos por no máximo duas horas por dia

Jhenifer Renata com assessoria

Reprodução Internet
Uma pesquisa realizada pelo King’s College, de Londres, reuniu dados de mais de 125 mil crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos, em diversos países, e mostrou que o uso do celular a noite, piora a qualidade do sono, causa obesidade e até depressão. O estudo recomenda que o uso de tecnologia por crianças de 5 a 13 anos seja de no máximo duas horas por dia.

Além dos efeitos sobre o sono e a propensão a desenvolver doenças, os pesquisadores apontam que deixar o celular ou o tablet no quarto das crianças, mesmo que eles não os utilizem, também afeta o período de descanso. A mera expectativa de receber mensagens nas mídias sociais deixava as crianças e adolescentes em estado de alerta.

Ainda segundo o estudo do King’s College observa, o distúrbio do sono na infância, é conhecido por causar danos à saúde mental e física. Isso incluiria obesidade, queda do sistema imunológico, crescimento atrofiado e problemas mentais como depressão e tendência suicida.

O modo como os jovens têm usado a tecnologia têm sido diversos e cada vez mais intenso, e para cada uso, há variados impactos gerados na vida deles. Para a educadora parental em Disciplina Positiva e fundadora do AppGuardian (App de controle parental que conecta pais e filhos), Luiza Mendonça, o tempo de tela de crianças é reflexo do uso de celular pelos pais, que, assim como os filhos estão cada vez mais conectados.

“Em um cenário ideal, é ótimo a criança ter acesso à celulares e tablets, pois há aplicativos que ajudam no desenvolvimento do raciocínio, da lógica, da leitura, das artes e até mesmo conectar os jovens de diferentes regiões e culturas. Entretanto, obesidade, sedentarismo, insônia e agressividade são problemas que vêm junto com o pacote quando não há um controle e limite saudável por parte dos pais”, explica a educadora parental.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Questão do Enem é anulada por repetição


Não é a primeira vez que uma questão é anulada por repetição de outra prova

Jhenifer Renata com Brasil Escola

Reprodução Internet
Na manhã desta terça-feira (19) o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou a anulação de uma questão de ciências humanas do Exame Nacional do Ensino Médio de 2019 (Enem). Segundo o instituto, a questão 90 do caderno azul (78 do amarelo, 66 do branco, 72 do rosa), já havia aparecido na prova do ano passado para candidatos com deficiência visual, e não porque contenha algum erro de enunciado ou opções de respostas.

A anulação da questão não irá comprometer a nota dos participantes, isso porque o Enem utiliza a teoria da resposta ao item (TRI), metodologia que considera a combinação da coerência do padrão de resposta do candidato com o nível de dificuldade de cada questão.

No comunicado do instituo conta a seguinte declaração "O caderno Ledor é preparado para os aplicadores que atuam como ledores para os participantes que, por algum motivo, solicitam auxílio para a leitura da prova como recurso de acessibilidade. (...) As provas do Caderno Braile e Ledor, por exemplo, contêm a descrição de gráficos, imagens, esquemas e outros recursos visuais utilizados e questões que inviabilizam ou dificultam demasiadamente a compreensão por parte dos participantes com algum tipo de deficiência visual são substituídas".

Esse, é o segundo ano consecutivo em que uma questão do exame é anulada por ser repetida e já ter aparecido em outra prova.  Em 2018, uma questão da prova de matemática teve o mesmo fim, depois de professores do Curso Anglo, em São Paulo, terem identificado que ela já havia sido publicada em 2014 no vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Reflore reúne jornalistas para esclarecer tudo sobre o setor florestal


Jornalistas da capital participaram do 2° Encontro de Comunicação do Agro Setor Florestal, em Três Lagoas


Juliana Alves

2° Encontro de Comunicação do Agro Setor Florestal
reúne jornalistas de todo o estado
Aconteceu na última terça-feira (12) o 2° Encontro de Comunicação do Agro Setor Florestal, em Três Lagoas.  O evento organizado pela Reflore MS (Associação sul-mato-grossense de produtores e consumidores de floretas plantadas) teve como objetivo levantar o diálogo entre o setor e a comunicação no estado.

A Reflore levou com eles para a cidade das águas jornalistas de vários veículos de comunicação da capital, incluindo o Uniderp Notícias. A viagem foi dividida em duas etapas, na primeira os jornalistas tiveram a possibilidade de conhecer a Eldorado Brasil, empresa produtora de celulose, que abriu as portas da fábrica para esclarecer tudo sobre o processo de produção, desde o plantio das florestas até o empacotamento do produto final.

Na segunda etapa da viagem os jornalistas participaram de um bate-papo com figuras importantes do setor florestal. Tais como Clóvis Tolentino Junior, consultor técnico do Sistema Famasul; Dito Mário, diretor executivo da Reflore MS; e Cindy Correa, gerente de comunicação da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

Durante o encontro, que aconteceu no Fatec Senai de Três Lagoas-MS, os jornalistas foram expostos a realidade do setor florestal, foram esclarecidos mitos e foi demonstrada a importância do setor na economia do estado.

Saiba mais dobre cada etapa do encontro:

Eldorado Brasil

A empresa escolheu Mato Grosso do Sul como sede devido as boas condições climáticas e de solo que o estado oferece para o plantio de florestas de eucalipto. Em Mato Grosso do Sul o nível médio de chuvas em 13000 a 190 milímetros de chuva ao ano e com temperaturas que também favorecem o desenvolvimento de Cultura do eucalipto. Outro fator positivo do estado é o zoneamento ecológico, que é um instrumento de organização territorial, planejamento eficiente do uso do solo e efetiva gestão ambiental.

A empresa investe em diversos campos tecnológicos para auxiliar no plantio do eucalipto e na produção da celulose. Ao visitar a fábrica o grupo pode testemunhar em primeira mão a preocupações as precauções tomadas para que o processo seja o menos impactante no meio ambiente, desde o momento do plantio (com plantas selecionadas) até o processo industrial (uso de energia produzida pela própria fabrica).

Todo o processamento da madeira para a celulose é controlado de uma sala de controle onde técnicos especializados verificam todo o processo e acionam equipes especiais para a resolução de problemas, caso necessário.

Além da energia que é utilizada na fábrica ser produzida na própria fábrica, toda a água usada na indústria é captada do Rio Paraná e devolvida ao rio tratada, onde a zona de captação fica abaixo da zona de devolução garantindo a qualidade do tratamento da água. Outra preocupação é quanto à emissão de gases, todos os gases emitidos passam por um sistema de filtragem para atender todas as especificações do órgão regulador.

Durante a visita os jornalistas puderam acompanhar também o processo final da produção da celulose que envolve o corte a separação e a embalagem do produto final. Foi uma visita muito produtiva demonstrando todo o potencial do setor florestal.

2° Encontro de Comunicação do Agro Setor Florestal

Na segunda etapa da viagem os jornalistas puderam esclarecer diversas dúvidas sobre o setor com pessoas renomadas na área. Na primeira palestra Clóvis Tolentino Junior expos sobre desenvolvimento do Setor Florestal no estado desde o início, mostrou a evolução e os desafios enfrentados pelos produtores de florestas.

Ele também explicou sobre a parceria do Senar MS com os produtores e empresas para a qualificação da mão de obra. “O Senar qualifica o trabalhador da indústria é um acordo entre ambos. Mas caso o individuo queira fazer o curso ele deve procurar o sindicato rural local para que o Senar possa encaminhar o instrutor ao local para dar o treinamento” esclareceu Tolentino.

Na segunda palestra o diretor executivo da Reflore MS, Dito Mário, esclareceu muitos mitos do setor, tais como a lenda de que o eucalipto drena o solo o torando seco e infértil. E, além disso, explanou sobre as possibilidades que o setor traz para a economia.

“Nós somos um setor importante dentro do Mato Grosso do Sul. Celulose ocupa o primeiro lugar na exportação esse ano, e tem uma tendência forte de melhorar, de o preço subir e de a gente realmente estar fazendo o desenvolvimento da região. (...) Quanto a esses mitos já foram esclarecidos há muito tempo, e o que realmente queremos com esse encontro é desmistificar esses mitos, por que a ciência já comprou que eles não são reais” explicou Dito Mário.

Por fim a gerente de comunicação da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Cindy Correa, trouxe esclarecimentos sobre como o setor tem potencial e sobre as inovações, e como a comunicação faz parte de tudo isso.

“O setor agro florestal é um setor do agronegócio e esse setor percebe as realidades climáticas do país e está trabalhando para se adequar a essa situação. Então uma empresa que planta eucalipto ela já começa a desenvolver um eucalipto que precisa menos de água (...) esse é um cenário que precisa ser percebido por todos desde a indústria que está produzindo até o consumidor que está consumindo. E o nosso objetivo coo Ibá é conscientizar o maior numero de pessoas sobre esse cenário de emergências climáticas” explicou a comunicadora sobre uma das campanhas da Ibá.

Depois desse encontro todos os jornalistas puderam expor suas opiniões e visões sobre o que foi exposto, tirando duvidas e buscando mais unidade sobre o assunto. Sem duvida esse tipo de iniciativa facilita o trabalho dos jornalistas aproximando o setor florestal da população através da comunicação.

Confira abaixo as fotos da visita à Eldorado Brasil:











segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Segundo dia de Enem registra 30,6% faltosos no MS

O estado é o quarto colocado em número de faltas

Jhenifer Renata com informações MS notícias

Foto: Ultimo Segundo IG
No último domingo (10) aconteceu em todo o país a última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) cerca de 21.541 inscritos faltaram na segunda fase exame em Mato Grosso do Sul.

O total de faltosos atingiu 30,6% e ultrapassou o número de faltas da primeira etapa que foi realizada no domingo (3), da semana anterior. O índice do estado de Mato Grosso do Sul, foi o quarto maior no Brasil. Os estados com maiores números de faltas foram: Amazonas (36,5%), Mato Grosso (31,3%), Roraima (30,9%) e Mato Grosso do Sul (30,6).

No Mato Grosso do Sul, além dos faltosos, outros 321 participantes foram desclassificados por descumprirem as regras. Já quem não conseguiu realizar a prova por problemas logísticos, como desastres naturais, falta de energia, poderá pedir a reaplicação do exame, agendado para os dias 10 e 11 de dezembro.

PEC paralela da Previdência aprovada em 1° turno no Senado

A votação ainda deve passar em dois turnos nos plenários do Senado e da Câmara


Jhenifer Renata com informação da UOL

 56 votos favoráveis na votação de primeiro turno
Foto: Agência Brasil
O Senado Federal aprovou em 1° turno, na última quarta-feira (6), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a inclusão de estados, Distrito Federal e municípios nas novas regras da aposentadoria. A chamada PEC paralela foi aprovada com 56 votos favoráveis e 11 contrários. Para ser aprovado, eram necessários 49 votos entre os 81 membros da Casa.

Na próxima terça-feira (12), os senadores deverão analisar quatro destaques, que são propostos para alterar pontos específicos do texto. Depois da análise dos destaques, deve haver um intervalo de cinco dias úteis e a PEC paralela deve passar por votação em dois turnos nos plenários do Senado e da Câmara.

A reforma da Previdência foi aprovada pelo Senado no dia 23 de outubro e deve ser promulgada neste mês de novembro, quando passará a valer. Para que a reforma caminhasse mais rapidamente, senadores fizeram um acordo e reuniram as mudanças desejadas em um segundo texto, que é a PEC paralela.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Governo propõe extinção de cidades com menos de 5 mil habitantes


Cinco cidades em Mato Grosso do Sul podem ser atingidas pela medida

Jhenifer Renata

Jatei / MS
Reprodução site Ache tudo e região
Na última terça-feira (5) o Governo Federal enviou ao Senado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) onde municípios com menos de cinco mil habitantes e arrecadação própria inferior a 10% da receita total, serão extintos e incorporados pelo município vizinho.

Segundo o secretário especial de fazenda, Waldery Rodrigues, a medida poderá afetar até 1.254 municípios no país. A incorporação valerá a partir de 2025, e caberá a uma lei ordinária definir qual município vizinho absorverá a cidade menor. Uma lei complementar disciplinará a criação e o desmembramento de municípios.

Em Mato Grosso do Sul, cinco cidades tem a população inferior a cinco mil habitantes, contudo, não se sabe se a receita é inferior a 10%. São eles: Figueirão (3.051), Jateí (4.027), Novo Horizonte do Sul (3.814), Rio Negro (4.831) e Taquarussu (3.588). As estatísticas são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estimativa de população em 2019.