terça-feira, 23 de outubro de 2018

Saúde Mental: de 40% da população brasileira sofre com insônia


O problema afeta na maioria dos casos jovens em idade acadêmica

Renan Santos e Enoque Trefzger

Sociólogo Paulo Cabral fala sobre o motivos 
para ter uma saúde mental abalada
 Foto: Tamares Arruda
Na correria do dia a dia, com muitos afazeres e pouco tempo, universitários se dividem entre várias ocupações como estudo, trabalho, família, amigos. A aflição acarretada por todos esses acontecimentos pode levantar questionamentos quanto a qualidade da saúde mental dos jovens.

Para o sociólogo Paulo Cabral, a juventude é uma fase complicada, pois o ser humano está em desenvolvimento, ou seja, uma fase de construção da identidade através da vivência do indivíduo no presente momento em que se encontra. Nessa construção é necessário um equilíbrio daquilo já vivido, da herança da infância e pré-adolescência para se capacitar para a vida adulta.

“Pressão familiar, cobrança da sociedade, falta de apoio emocional são alguns fatores que contribuem para se ter uma saúde mental abalada, quando os interesses do jovem, dos pais, da sociedade não convergem acontece um choque gerando assim um conflito de ideias sobre expectativas de futuro. Um fator de conflito pessoal dos jovens é a dependência financeira dos responsáveis que estabelece uma dependência emocional e quando há uma quebra causa um trauma por ser um momento de incertezas” explicou o sociólogo.

Nos últimos anos com advento da internet e com um novo estilo de vida, alguns problemas de saúde como a insônia tem sido a realidade de grande parte da população, principalmente dos jovens. De acordo com a Associação Brasileira do sono cerca de 40% da população brasileira sofre com o transtorno. Dormir pouco ou passar a noite totalmente em claro em virtude de trabalho, estudo, redes sociais é cada vez mais comum na sociedade contemporânea.

A acadêmica do 8º semestre de jornalismo, Camila Farias afirma que logo ao depois de ingressar na faculdade passou a sofrer de insônia devido a pressão da graduação, já que se difere do período do ensino médio. “No início da graduação era muita festa, saíamos bastante com os colegas de classe, porém na semana de prova começou a apertar como era diferente do ensino médio a pressão era bem maior, pois não havia cobrança de professor, então começou quando eu trabalhava o dia inteiro e estudava a noite, não dormia para estudar, somente três quatro horas até que um dia não dormia mais”.

Camila ressalta que as crises de insônia começaram a partir da faculdade, no ensino médio simplesmente trocava o dia pela noite, e na graduação ficou períodos sem dormir absolutamente nada causando transtornos na rua rotina e tendo que recorrer a medicamentos sem orientação médica, porém sem solução para o seu problema.

A estudante acredita que a doença atrapalha no seu desempenho acadêmico, pois o descanso é fundamental para repor as energias e ter um bom desempenho no trabalho. No entanto, para a mãe da acadêmica ela não sofre de insônia por passar tempo nas redes sociais. “Ela disse que eu passo muito tempo no celular e por isso não consigo dormir”.

Hoje, após algum tempo da crise de insônia, a acadêmica afirma que trabalha meio período e consegue tempo para repor suas energias, porém com a chegada do período de conclusão de curso passou a sofrer novamente do mal devido à entrega do projeto experimental que visa o passaporte rumo a diploma, porém não afetou tanto como da primeira vez. Camila finaliza dando dicas para alunos que sofrem de insônia.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Samba, Rock e MPB marcam semana musical do Sesc Morada


As apresentações terão início sempre as 20h e a entrada é gratuita

Karine Zandomenighi com assessoria

O show de sábado (30) fica a cargo de Gideão Dias
Reprodução/ Sesc
A partir da próxima quarta-feira (24) o Sesc Morada dos Baís realizará apresentações de Samba, Rock e MPB, que serão abertas ao público. As apresentações terão início sempre as 20h e a entrada é gratuita.

Na quarta-feira (24), o show será do sambista Chokito, que iniciou na escola de música “XV de novembro” no Rio de Janeiro, Chokito segue carreira com sua banda há vinte anos.

Quinta-feira (25), é dia de rock com a banda Moscas de Bar, com repertório voltado para clássicos do rock nacional como Raul Seixas.

Já na sexta-feira (26), o show é da cantora Amanda, com tributo à Elis Regina. O show “Um Presente para Elis” é um resgate da música popular brasileira trazendo nostalgia e história para as novas gerações.

Para fechar a semana no sábado (30), o show será com o cantor Gideão Dias com o “ Roda de Samba”. Gideão já dividiu palco com nomes como Luiz Ayrão, Almirzinho Serra, Diogo Nogueira, Martinho da Vila, Almir Guineto e Dudu Nobre.  Além de realizar o show com músicas autorais, Gideão canta canções de clássicos do samba como Cartola e Almir Guineto.

O Sesc Morada dos Baís fica na Avenida Noroeste, 5140. Informações pelo telefone (67) 3311-4300. O espaço bistrô é aberto às 18h30 e as apresentações musicais começam às 20h. Acompanhe a programação no site sesc.ms.

Número de suicídios é maior entre os jovens


A maior parte dos suicídios ocorre com jovens de 15 a 29 anos, segundo OMS

Renan Santos

Por traz do comportamento suicida há uma combinação de fatores
Reprodução/Internet
A conscientização sobre a prevenção do suicídio é muito forte no chamado “Setembro Amarelo”, mês em que o assunto é tratado com mais ênfase, esclarecendo, conscientizando e estimulando a prevenção, para reverter os danos da doença do século 21.

E como explica o psiquiatra Dr. Kleber Meneghel Vargas ocorreu um aumento de suicídios entre jovens, o que é muito preocupante. “Houve uma aumento em torno de 10% nos últimos anos. Associado a isso Mato Grosso do Sul tem índice de suicídio para cada 100 mil habitantes, que é maior que a média nacional” destaca.

Os casos de suicídio aumentaram mundialmente, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, a população mais afetada tem de 15 a 29 anos, uma estimativa que chegou a 5,6 suicidas a cada 100 mil habitantes, em 2014.

“Nós, no Mato Grosso do Sul, ocupamos o segundo lugar em números de suicídios. Principalmente pela questão dos indígenas da cidade de Dourados, onde o índice entre esses jovens é bastante alto, o que acaba aumentando a média de Mato Grosso do Sul, em relação aos demais estados do Brasil”, aponta o psiquiatra.

Para Vargas a causa do suicídio é, principalmente, o desconhecimento sobre os sintomas, que na maioria das vezes são difíceis de serem reconhecidos. “Sobre os sinais de alerta é importante lembrar que normalmente há certa ambivalência entre querer morrer ou não, e mesmo naqueles casos onde houve o suicídio, dificilmente você encontra alguns sinais como isolamento social, tristeza, ou o uso da mídia social para ‘poder desabafar”, menciona.

Outro fator importante é o apoio dos familiares e amigos. “Alguns comentários como dizer para os amigos mais próximos, ou familiares, que não aguentam mais viver, que pensam em morrer; esses tipos de mensagens precisam ser levados muito a sério”, complementa Vargas.

O psiquiatra ressalta ainda a importância da mensagem contra o suicídio ser comunicada. “A imprensa tem um papel muito importante com relação ao suicídio, porque do contrário que se pensa, falar de forma adequada, dar informações e dados, amenizam esses casos”.

Ilza Arruda, atendente social de 37 anos, percebeu a necessidade de falar sobre o assunto. Ele afirma que a vergonha, o desconhecimento e o desinteresse das vítimas, de seus familiares e amigos em tratar o problema são catalisadores que precisam ser combatidos.

“Muitas vezes, familiares e amigos não reconhecem os sinais de que alguém querido vai tirar a própria vida. Aliás a própria vítima não entende que precisa de ajuda e acaba se afundando cada vez mais em uma solidão desesperadora e por isso é preciso falar sobre suicídio e discutir a depressão abertamente” aponta Ilza.

A atendente social ressalta que a atitude de amigos e familiares pode afetar positivamente ou negativamente no tratamento com uma pessoa que convive com a depressão. “Minha mãe me pressionava para ir à escola. Dizia que eu tinha que superar e que aquilo era uma fase. Amigos mais próximos entendiam minha tristeza como uma frescura e que eu tinha que parar de ficar me fazendo de vítima com relação a isso, e foi aonde eu tive meu primeiro pico de depressão” lembra Ilza.

“Eu não entendia o que era uma depressão e nem imaginava que aquilo poderia me afetar tanto, mas cheguei a um ponto onde eu não tinha mais ânimo para nada, não queria frequentar a escola, muito menos sair de casa, só queria ficar isolada. Sentia-me uma pessoa completamente inútil, e minha família não sabia lidar com essa situação” completa.

Como uma sobrevivente, que conseguiu se reerguer com apoio de amigos da igreja, ressalta a importância de buscar ajuda. “A campanha setembro amarelo é muito importante para mim e é preciso que outras pessoas também tomem conhecimento de que elas não estão sozinhas, que existem linhas de assistência como o Centro de Valorização da Vida (CVV), com atendentes que estão ali para te ajudar, te instruir e te conectar com profissionais especializados”, disse.

A partir disso eu comecei a trabalhar a minha cabeça, e procurei saber mais informações sobre o que era a depressão, causas, sintomas e tratamentos. Com todas essas informações foi aonde dei início ao tratamento com um psiquiatra. Atualmente eu me sinto curada, bem comigo mesma”, finaliza.

Psicóloga, Bruna Dequeche dá dicas que ajudam a entender os sintomas e comportamentos que uma pessoa com depressão, que se encaminha para uma tentativa de suicídio, pode apresentar. “Por traz do comportamento suicida há uma combinação de fatores, biológicos, emocionais, socioculturais, religiosos, ou seja, é uma junção de elementos que podem levar a pessoa a cometer a morte”.

“Nem todos conseguem ajudar uma pessoa que tem pensamentos suicidas, porque muitas das vezes não percebem que alguém próximo está se encaminhando para esse possível ato. Por isso a importância de estar sempre atento às mudanças da fala e do comportamento das pessoas que estão a sua volta, para poder conversar, auxiliar e buscar ajuda com um profissional da saúde mental”, acrescenta.

Finalizando, lembra ainda a importância de pedir ajuda. “Se você pensa, ou já pensou em cometer suicídio, é muito importante você conseguir se abrir com as pessoas que estão mais próximas, falar o que está acontecendo, o que já pensou ou pensa em fazer em relação a esses problemas, e claro que se é algo que está incomodando, que está fazendo sofrer no dia-a-dia, tem que buscar ajuda profissional, os psicólogos, psiquiatras estão ai para ajudar, orientando, trabalhando técnicas e formas para conseguir lidar com essa situação da melhor maneira possível”.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias. Informações e atendimentos são feitos pelo telefone 188.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

18 mil km de trilhas vão ligar todo país


O intuito é estimular o esporte na natureza o que contribui para a preservação ambiental

Sabrina Trentin com Correio do Estado

No percurso haverão serviços de hospedagem, camping,
 guias e alimentação, além do comércio de equipamentos
para as caminhadas. Reprodução/Mochileiros.com
Foi criado nesta sexta-feira (19) o projeto Rede Nacional de Trilhas de longo curso e conectividade. O sistema é formado por quatro grandes corredores interligando paisagens naturais no país, onde as pessoas poderão caminhar tranquilamente.

A expectativa é que em 20 anos sejam construídas rotas ao longo de unidades de conservação e ecossistemas. No total serão 18 mil quilômetros.

Atualmente 10% desse trecho já estão concluídos. Entre as trilhas prontas estão o Caminho da Serra do Mar (RJ), a Transcarioca (RJ), a Transespinhaço (MG), a Rota Darwin (RJ-PE) e o Caminho das Araucárias (RS/SC), que integram o corredor litorâneo.

Outras são o Caminho de Cora Coralina (GO) e o Caminho da Floresta Nacional de Brasília, que fazem parte do Caminhos dos Goyases; a Trilha Chico Mendes (AC); e a Transmantiqueira (RJ, MG e SP).

Os outros circuitos são o litorâneo, do Oiapoque (AP) ao Chuí (RS); o Caminhos Coloniais, do Rio de Janeiro a Goiás Velho (GO); o Caminhos dos Goyases, entre Goiás Velho e a Chapada dos Veadeiros (GO); e o Caminhos do Peabiru, ligando o Parque Nacional do Iguaçu (PR) ao litoral paranaense.

O sistema funcionará como uma alternativa de esporte na natureza. Os moradores poderão explorar serviços de hospedagem, camping, guias e alimentação, além do comércio de equipamentos para as caminhadas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

40 anos de história na produção de “esfiha”

Receita caseira já está há gerações na família

Renan Santos

O microempresário Diogens Santos, de 53 anos, está na indústria alimentícia a mais de 40 anos e segundo ele o sucesso de seu estabelecimento é uma receita caseira, passada de geração em geração.

“A produção de esfiha começou com meu pai há mais de 40 anos, eu sempre trabalhei com ele nessa criação e foi onde comecei a desenvolver interesse por esse salgado que agrada todo mundo não só pelo sabor, mais pela paixão que eu tenho em fazer” explica Diogens.

O “Só Esfiha” fica no centro da capital a 14 anos. Diogens ressalta que a lanchonete é da família e todos trabalham em conjunto. O microempresário destaca que o diferencial está na qualidade do salgado, por ser uma massa leve, recheada e bem molhadinha os clientes não abrem mão.

A lanchonete tem uma clientela fiel, “Por estar a muito tempo trabalhando no centro da cidade, os meus clientes são os donos mais antigos do comércio aqui da capital, e por conhecer o salgado eles indicam os funcionários e inclusive clientes para vir degustar da esfiha caseira”.

Além do preço ser acessível, dependendo da quantidade que o cliente for consumir o preço fica mais em conta, “assim o freguês retorna mais vezes” brinca Diogens. O espaço é simples, e muito confortável. A lanchonete fica localizada na Rua Dom Aquino, 1697, horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18 h, e aos sábados até 12 h.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Projeto distribui livros em troca de sorrisos


Objetivo é a distribuição de livros, mas com um diferencial a cortesia de um sorriso.

Renan Santos

O objetivo do projeto é distribuir os livros
para população o desenvolvendo do hábito da leitura
Um projeto vem ganhando visibilidade em Campo Grande, o “Dê um Sorriso & Ganhe um Livro” é iniciativa do divulgador de arte e mediador de leitura, Fábio Rogério do Nascimento de 55 anos. A ideia surgiu em junho de 2017, quando ele recebeu uma doação de 400 livros de um amigo.

Com muitos livros em sua residência, numa madrugada de quinta-feira surgiu a ideia de fazer uma plaquinha para doação dos livros, com a seguinte frase, “dê um sorriso e ganhe um livro”. Foi aí que Fábio decidiu, na manhã seguinte, ir para a rua 14 de julho em um semáforo no centro da cidade, com os dizeres em seu pescoço e um carrinho de feira, que acabou virando o famoso carrinho da leitura, e o resultado foi surpreendente, desde então diversas pessoas se envolveram e apoiaram o projeto.

A campanha ganhou notoriedade quando começou a ter visibilidade na mídia, e também através da divulgação das pessoas, que apoiaram a iniciativa logo no início. Atualmente Fábio recebe doações de instituições públicas e privadas e da própria população, a princípio são livros diversificados, mas são separados por Fábio, atendendo cada faixa etária e determinado público.

O objetivo do projeto é distribuir os livros para população o desenvolvendo do hábito da leitura, porque atualmente com a tecnologia e o acesso fácil a informação, os livros que antigamente eram uma fonte de conhecimento ou passatempo para muitos, acabou ficando de lado.

Atualmente, Fábio realiza as doações em diversos pontos da cidade, como na maternidade Cândido Mariano. “A proposta é justamente incentivar a leitura de mãe para filho, para que quando crescerem as crianças continue sendo motivada pelos pais a ler, e que as crianças recebam desde o início todas as informações e emoções positivas, absorvendo tudo o que as mães passam”, relata Fábio.

Para ele fazer a diferença na vida das pessoas com um simples gesto é gratificante, ele diz “atualmente tudo é comercializado, ninguém dá nada de graça para alguém, sempre tem um interesse por trás, por minha parte não haverá interesse comercial em vender os livros arrecadados, muito pelo ao contrário, se a iniciativa foi tão boa e aceita pelas pessoas e autoridades, e eles entenderam que não há interesse algum, somente o despertar do interesse pela leitura”.

A principal mensagem de Fábio deseja passar é de que a leitura é algo libertador, ela esclarece a nossa mente, nos traz conhecimento, desperta o senso crítico, a evolução do pensamento, expansão do território cultural, dentre outros benefícios. E através dessa libertação todos começam a ter uma qualidade de vida melhor.

Fábio não pretende parar por aqui, ele quer alcançar o máximo de pessoas possível em vários lugares onde ver oportunidade de levar o projeto. A campanha tem como objetivo levar conscientização à população sobre variados assuntos. Junto com os livros Fábio coloca um panfleto da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

É possível fazer doações para a campanha “Dê um sorriso e ganhe um livro”, você pode ajudar doando os livros que de alguma lhe trouxeram boas experiências e conhecimento. Basta entrar em contato com ele no telefone (67) 99113-4585 ou pelo e-mail fabioroger63@hotmail.com.

Negócio de família faz sucesso com “chipinha”

O comerciante percebeu que o salgado de origem paraguaia agrada muito o paladar dos campo-grandenses

Renan Santos

Cansado de trabalhar no ramo da construção civil Sérgio Borba, de 50 anos, mudou de vida e a sete anos e hoje faz sucesso no centro da capital com uma lanchonete, onde o carro chefe é a “chipinha”. O salgado de origem paraguaia está cada vez mais ganhando espaço, e tomando o lugar do pão francês, se tornando ainda mais popular. Para o comerciante a chipa vai bem desde o café da manhã até o lanche da tarde.

Sérgio relata que a lanchonete fica no mesmo lugar desde sua criação e apesar de ter uma concorrência visível na região, mas o local tem um diferencial que são os dois mixes, os salgados, sorvete e picolé. Mas o que fez a diferença foi a famosa “chipinha” que forma fila na parte da manhã, além de ter um preço acessível o sabor e a crocância torna ainda mais atrativa.

Sérgio e sua esposa trabalham juntos e as funções são divididas ele diz “A gente consegue administrar bem, pelo fato de trabalhar em conjunto aqui, a administração do local é toda familiar, a lanchonete é um negócio da família, então por isso conseguimos conciliar bem”.

O cardápio é bem variado, serve esfirras, rissoles, doguinho, pão de queijo, empada, pastel dentre outros. Além de ser extremamente organizado e aconchegante, o atendimento se destaca, pela atenção e agilidade dos funcionários.

A lanchonete do Gaúcho, fica na rua Rui Barbosa e abre de segunda a sexta-feira das 6h30 às 19h e aos sábados até as 13 h. A lanchonete trabalha com encomendas. Para saber mais ligue (67) 99110-1106 ou 99178-4166.