sexta-feira, 19 de outubro de 2018

18 mil km de trilhas vão ligar todo país


O intuito é estimular o esporte na natureza o que contribui para a preservação ambiental

Sabrina Trentin com Correio do Estado

No percurso haverão serviços de hospedagem, camping,
 guias e alimentação, além do comércio de equipamentos
para as caminhadas. Reprodução/Mochileiros.com
Foi criado nesta sexta-feira (19) o projeto Rede Nacional de Trilhas de longo curso e conectividade. O sistema é formado por quatro grandes corredores interligando paisagens naturais no país, onde as pessoas poderão caminhar tranquilamente.

A expectativa é que em 20 anos sejam construídas rotas ao longo de unidades de conservação e ecossistemas. No total serão 18 mil quilômetros.

Atualmente 10% desse trecho já estão concluídos. Entre as trilhas prontas estão o Caminho da Serra do Mar (RJ), a Transcarioca (RJ), a Transespinhaço (MG), a Rota Darwin (RJ-PE) e o Caminho das Araucárias (RS/SC), que integram o corredor litorâneo.

Outras são o Caminho de Cora Coralina (GO) e o Caminho da Floresta Nacional de Brasília, que fazem parte do Caminhos dos Goyases; a Trilha Chico Mendes (AC); e a Transmantiqueira (RJ, MG e SP).

Os outros circuitos são o litorâneo, do Oiapoque (AP) ao Chuí (RS); o Caminhos Coloniais, do Rio de Janeiro a Goiás Velho (GO); o Caminhos dos Goyases, entre Goiás Velho e a Chapada dos Veadeiros (GO); e o Caminhos do Peabiru, ligando o Parque Nacional do Iguaçu (PR) ao litoral paranaense.

O sistema funcionará como uma alternativa de esporte na natureza. Os moradores poderão explorar serviços de hospedagem, camping, guias e alimentação, além do comércio de equipamentos para as caminhadas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

40 anos de história na produção de “esfiha”

Receita caseira já está há gerações na família

Renan Santos

O microempresário Diogens Santos, de 53 anos, está na indústria alimentícia a mais de 40 anos e segundo ele o sucesso de seu estabelecimento é uma receita caseira, passada de geração em geração.

“A produção de esfiha começou com meu pai há mais de 40 anos, eu sempre trabalhei com ele nessa criação e foi onde comecei a desenvolver interesse por esse salgado que agrada todo mundo não só pelo sabor, mais pela paixão que eu tenho em fazer” explica Diogens.

O “Só Esfiha” fica no centro da capital a 14 anos. Diogens ressalta que a lanchonete é da família e todos trabalham em conjunto. O microempresário destaca que o diferencial está na qualidade do salgado, por ser uma massa leve, recheada e bem molhadinha os clientes não abrem mão.

A lanchonete tem uma clientela fiel, “Por estar a muito tempo trabalhando no centro da cidade, os meus clientes são os donos mais antigos do comércio aqui da capital, e por conhecer o salgado eles indicam os funcionários e inclusive clientes para vir degustar da esfiha caseira”.

Além do preço ser acessível, dependendo da quantidade que o cliente for consumir o preço fica mais em conta, “assim o freguês retorna mais vezes” brinca Diogens. O espaço é simples, e muito confortável. A lanchonete fica localizada na Rua Dom Aquino, 1697, horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18 h, e aos sábados até 12 h.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Projeto distribui livros em troca de sorrisos


Objetivo é a distribuição de livros, mas com um diferencial a cortesia de um sorriso.

Renan Santos

O objetivo do projeto é distribuir os livros
para população o desenvolvendo do hábito da leitura
Um projeto vem ganhando visibilidade em Campo Grande, o “Dê um Sorriso & Ganhe um Livro” é iniciativa do divulgador de arte e mediador de leitura, Fábio Rogério do Nascimento de 55 anos. A ideia surgiu em junho de 2017, quando ele recebeu uma doação de 400 livros de um amigo.

Com muitos livros em sua residência, numa madrugada de quinta-feira surgiu a ideia de fazer uma plaquinha para doação dos livros, com a seguinte frase, “dê um sorriso e ganhe um livro”. Foi aí que Fábio decidiu, na manhã seguinte, ir para a rua 14 de julho em um semáforo no centro da cidade, com os dizeres em seu pescoço e um carrinho de feira, que acabou virando o famoso carrinho da leitura, e o resultado foi surpreendente, desde então diversas pessoas se envolveram e apoiaram o projeto.

A campanha ganhou notoriedade quando começou a ter visibilidade na mídia, e também através da divulgação das pessoas, que apoiaram a iniciativa logo no início. Atualmente Fábio recebe doações de instituições públicas e privadas e da própria população, a princípio são livros diversificados, mas são separados por Fábio, atendendo cada faixa etária e determinado público.

O objetivo do projeto é distribuir os livros para população o desenvolvendo do hábito da leitura, porque atualmente com a tecnologia e o acesso fácil a informação, os livros que antigamente eram uma fonte de conhecimento ou passatempo para muitos, acabou ficando de lado.

Atualmente, Fábio realiza as doações em diversos pontos da cidade, como na maternidade Cândido Mariano. “A proposta é justamente incentivar a leitura de mãe para filho, para que quando crescerem as crianças continue sendo motivada pelos pais a ler, e que as crianças recebam desde o início todas as informações e emoções positivas, absorvendo tudo o que as mães passam”, relata Fábio.

Para ele fazer a diferença na vida das pessoas com um simples gesto é gratificante, ele diz “atualmente tudo é comercializado, ninguém dá nada de graça para alguém, sempre tem um interesse por trás, por minha parte não haverá interesse comercial em vender os livros arrecadados, muito pelo ao contrário, se a iniciativa foi tão boa e aceita pelas pessoas e autoridades, e eles entenderam que não há interesse algum, somente o despertar do interesse pela leitura”.

A principal mensagem de Fábio deseja passar é de que a leitura é algo libertador, ela esclarece a nossa mente, nos traz conhecimento, desperta o senso crítico, a evolução do pensamento, expansão do território cultural, dentre outros benefícios. E através dessa libertação todos começam a ter uma qualidade de vida melhor.

Fábio não pretende parar por aqui, ele quer alcançar o máximo de pessoas possível em vários lugares onde ver oportunidade de levar o projeto. A campanha tem como objetivo levar conscientização à população sobre variados assuntos. Junto com os livros Fábio coloca um panfleto da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

É possível fazer doações para a campanha “Dê um sorriso e ganhe um livro”, você pode ajudar doando os livros que de alguma lhe trouxeram boas experiências e conhecimento. Basta entrar em contato com ele no telefone (67) 99113-4585 ou pelo e-mail fabioroger63@hotmail.com.

Negócio de família faz sucesso com “chipinha”

O comerciante percebeu que o salgado de origem paraguaia agrada muito o paladar dos campo-grandenses

Renan Santos

Cansado de trabalhar no ramo da construção civil Sérgio Borba, de 50 anos, mudou de vida e a sete anos e hoje faz sucesso no centro da capital com uma lanchonete, onde o carro chefe é a “chipinha”. O salgado de origem paraguaia está cada vez mais ganhando espaço, e tomando o lugar do pão francês, se tornando ainda mais popular. Para o comerciante a chipa vai bem desde o café da manhã até o lanche da tarde.

Sérgio relata que a lanchonete fica no mesmo lugar desde sua criação e apesar de ter uma concorrência visível na região, mas o local tem um diferencial que são os dois mixes, os salgados, sorvete e picolé. Mas o que fez a diferença foi a famosa “chipinha” que forma fila na parte da manhã, além de ter um preço acessível o sabor e a crocância torna ainda mais atrativa.

Sérgio e sua esposa trabalham juntos e as funções são divididas ele diz “A gente consegue administrar bem, pelo fato de trabalhar em conjunto aqui, a administração do local é toda familiar, a lanchonete é um negócio da família, então por isso conseguimos conciliar bem”.

O cardápio é bem variado, serve esfirras, rissoles, doguinho, pão de queijo, empada, pastel dentre outros. Além de ser extremamente organizado e aconchegante, o atendimento se destaca, pela atenção e agilidade dos funcionários.

A lanchonete do Gaúcho, fica na rua Rui Barbosa e abre de segunda a sexta-feira das 6h30 às 19h e aos sábados até as 13 h. A lanchonete trabalha com encomendas. Para saber mais ligue (67) 99110-1106 ou 99178-4166.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Diferenças entre o celular comum e o Smartphone


Veja qual opção se encaixa melhor com o seu perfil e com a sua necessidade

Paulo Cesar Martinez

Reprodução/Internet
No mercado hoje existe uma infinita variedade de possibilidades quando se trata de telefonia móvel. Mas qual opção se encaixa melhor com o seu perfil e com a sua necessidade. Um especialista em tecnologia e informática, Matheus Valério, conta sobre as diferenças entre os Smartphones e o aparelho de celular comum.

Matheus explica que o Smartphone consegue trazer mais recursos, como fotos, gravações de vídeos e o acesso à internet, tudo isso é indispensável para muitas pessoas. Já o aparelho de celular comum é mais limitado, o mesmo atende mais a necessidades básicas como ligações e SMS.

A vantagem de um aparelho de celular comum é a duração de bateria, pois como não tem muitos aplicativos a bateria acaba durando mais e por isso ele pode ser usado por um bom tempo. Já o Smartphone executa muitas funções e pode substituir muitas vezes um notebook, mas a durabilidade de sua bateria é mais baixa devido ao número de funções que executa.

O especialista ainda ressaltou que as através do smartphone as pessoas podem ficar antenado nas notícias.

Gabriela dos Santos, que atende em uma banca de acessórios de celular, disse que a procura de aparelho celular é grande, a jovem atribui essa procura a um novo conceito em relação a tecnologia que as pessoas acabam associando com os celulares. “É difícil passar algum pela loja com um aparelho comum. A maioria tem aparelho digital com sistema androide e IOS”, finalizou a Gabriela.

Sistemas operacionais

Além dos tipos de telefone outro ponto de destaque quando se trata de smartphones é o sistema operacional. Atualmente existem aos menos três tipos de sistemas, o mais comum é o Android que está presente na maioria dos aparelhos, também há o sistema Windows que pode ser encontrado nos aparelhos da Nokia e o IOS que é da Apple portanto encontrado nos Iphones.

Confira no vídeo a entrevista com o especialista em tecnologia e informática, Matheus Valério:


sábado, 6 de outubro de 2018

Lei Seca irá vigorar durante o domingo de eleição


Será proibido o consumo de bebidas alcoólicas das 3h às 17h

Thais Cintra


Quem violar a lei pode ser condenado a pagamento de multa
ser preso por até 6 meses.
Reprodução/Internet
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul decidiu na tarde da última sexta-feira (5) que durante o pleito eleitoral, no próximo domingo (7), será imposta em todo o estado a “Lei Seca”.

Segundo a portaria CRE nº 21/2018 será proibido o consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes e conveniências do estado, das 3h às 17h. A medida foi tomada para evitar transtornos na cidade e não atrapalhar os trabalhos eleitorais, ressaltou o Desembargador João Maria Lós.

Estão excluídos da vedação aos estabelecimentos que funcionem somente como restaurante durante o período de almoço, das 11h30 às 14h30.

Quem descumprir a Lei, responderá pelo crime de desobediência, previsto no Código Eleitoral, com pena de prisão de três meses ou multa, e se houver tumulto durante as eleições, resultará na prisão por 6 meses e pagamento de 60 a 100 dias de multa a quem pratica-lo. art. 347 da Lei n. 4.737/65 do Código Eleitoral.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Paixão por soverte leva trabalhador a abrir sorveteria na capital


O empresário se especializou em um nicho que a indústria estava deixando de lado

Renan Santos 

A história de Marcelo com o sorvete começou quando ele ainda era funcionário em uma indústria que produzia sorvetes. O empresário relata que a ideia de abrir uma sorveteria no centro da capital surgiu quando viu que havia um nicho que a indústria deixava de lado e não atendia. “Eu trabalhava como funcionário em uma indústria de sorvete, onde tive acesso a várias vertentes do negócio e acabei identificando que dentro do mercado não existia o atendimento ao pequeno revendedor que quer fazer um evento. E as grandes indústrias têm um foco diferente e acaba deixando esse cliente de lado. E meu foco principal é atuar nessa aérea, atendendo esse revendedor que quer fazer um evento, aniversario, uma festa, bufê, proporcionando essa assistência a ele. Afirmou o empresário.

A Pio Sorvetes completou seis meses, e o ponto forte é o sorvete de qualidade e preço justo, na loja também tem os picolés que são apresentados de diversas formas, desde recheados a até com cobertura. O empresário ressalta que  a demanda tem sido grande.

O empresário disse que “atualmente a gente trabalha com modelo de atacado de sorvetes, onde a pessoa vem ao nosso estabelecimento, traz a família dela e dependendo do consumo que ela tiver, atinge uma meta de modo com que o preço fique diferente, como se fosse para um revendedor. Ou as vezes vem grupo de pessoas, amigos, que consomem e concentra uma certa quantidade entre eles, a gente aplica um desconto que faz ser um diferencial para que todos paguem mais em conta e consumam um produto de alta qualidade” explicou.

“Dentre esses sei meses que já estamos aqui tem muitos clientes que são fiéis, que gostaram do produto e que se agradam pelo ambiente, que criaram um relacionamento aqui com a gente, e tem o desejo de estar aqui diariamente. Com a identificação dos clientes mais afastados nós estamos buscando abrir lojas mais próximas dessas pessoas, para que eles também sejam fiéis, porque nosso produto tem um preço muito acessível e encaixa com o orçamento desse cliente, então ela pode se dar o luxo de ter esse prazer mais vezes na semana, porque não é nada que vá exorbitar esse orçamento dela”. Ressaltou o dono.

Além do preço ser acessível, o local se destaca pela decoração, onde o papel de parede combina perfeitamente com as cadeiras e o freezer, dando um charme a mais no espaço, para quem quer apreciar um bom sorvete com uma boa companhia em um ambiente climatizado e muito agradável. Além de atendimento ser de qualidade, os funcionários se destaca trazendo aquela comodidade que o cliente procura.

A sorveteria Pio Sorvetes fica localizada na Rua Barão do Rio Branco, 1490 entre a Rui Barbosa. Abre de segunda a sexta feira das 08 h as 19h00 e aos sábados até as 18 h.

Três profissões: quanto mais se trabalha menos se ganha no Brasil


Pesquisa revela que o mesmo fenômeno acontece em todo o mundo

Tero Queiroz


Apesar da aparente igualdade entre os sexos, os salários entre homens e mulheres continuam sendo diferentes. Mas não só esse ambiente desagrada a maioria dos trabalhadores, além das diferenças de salário por gênero, sobressaem as diferenças por tempo de execução do trabalho, ou seja, quanto mais se trabalha menos se ganha no Brasil.

Aos brasileiros são pagos salários baixos em comparação com os demais países, destaque entre os povos que mais trabalham atualmente no mundo. Os dados coletados pela OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - recentemente, fomentaram essa diferença na Europa e nos Estados Unidos.

O Brasil não fez parte desse estudo, mas é fácil comparar com os países nele incluídos. As diferenças salariais são abissais, chocantes: na Austrália e Luxemburgo, onde estão os melhores salários médios do mundo, aproximam-se de R$6.000 mensais e seus cidadãos estão entre os que menos trabalham no mundo. Esse mesmo quadro - salários elevados e poucas horas trabalhadas - se repete na Alemanha, Suíça, Noruega, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Canadá e tantos outros.

Para comparação mais atenuada, a reportagem seguiu durante apenas um dia a vida de três personagens importantes para a economia e sociedade como um todo. São eles um político; vereador Otávio Trad (32 anos); uma professora de educação pública; Rosangela Amaro (45 anos); e um trabalhador e estudante; Marcos Maluf (32 anos), todos eles moradores de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil.

Terça-feira, 25 de setembro de 2018, são exatamente 7h30 da manhã. Nosso repórter está em frente a um prédio em Campo Grande. Hoje acompanharemos um pouco do dia de trabalho do vereador, que pediu que a reportagem fosse feita hoje, terça-feira, “por que é um dia que tenho sessão [na Câmara], dia de sessão você pega os compromissos mais importantes”, explicou em mensagem enviada ao repórter.  

IFrameOtávio nos leva para conhecer seu gabinete de trabalho. O vereador conta que terá uma reunião e depois irá ao plenário da Câmara do Vereadores. Ele explica em detalhes seu cronograma pela manhã. 


IFrameTerça-feira, 02 de outubro de 2018, são exatamente 11h15 da manhã. Nossos repórteres estão em frente à Escola Municipal Danda Nunes, no Bairro Vivenda do Bosque em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, nessa escola trabalha a professora Rosangela Amaro de Lima, professora de matemática. Rosangela agora segue para seu carro após acabar mais uma manhã de trabalho, está indo para sua casa almoçar. Rosangela explica que gasta 30 minutos para vir, “Tenho que sair de casa as 6h20, se não, não dá tempo! Tenho que estar lá as 7h, chego faltando dez minutinhos”, conta a professora que ainda vai encarar mais dois turnos de trabalho.


IFrameO trabalhador, Marcos Maluf, que trabalha pela manhã em um frigorífico, a tarde em um site como fotógrafo e a noite cumpre horários como estudante no curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, conta um pouco de sua rotina de trabalho.


Quarta-feira, 9h20 minutos, Maluf conta em vídeo sobre sua manhã de trabalho. "Eu sou eletricista industrial, estou agora em cima de um telhado, acordei cedo. É uma adversidade muito grande, a diferença é muito grande de um trabalho para outro. Esse é um trabalho 'periculoso' (sic), mais tarde vou fazer foto jornalismo em uma segunda jornada. No Brasil se temos pouca oportunidade temos que criar, e isso me faz acordar todo dia", explica Marcos. 

Maluf é pai de uma filha e vive em Campo Grande. Cursando Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo na universidade Uniderp-Matriz, polo localizado na Avenida Ceará, 333 na cidade. 

Após encerrada a sessão na Câmara Otávio Trad nos contou pouco sobre sua agenda, e nos convidou para acompanhá-lo a noite, onde ele faria a abertura de jogos dos funcionários públicos da cidade.

Terça-feira, 20h23 minutos, nossos repórteres acompanham ainda o vereador, ele fará a fala de abertura dos jogos. Em sua fala de abertura o vereador brinca sobre a liderança de um time dos times, os times são divididos por órgãos públicos que estes funcionários representam. No local há banda formada também por funcionários [representado em fotojornalismo na galeria], trata-se de um encontro de lazer desses trabalhadores. A abertura da sessão na Câmara será representada nas imagens a seguir:


Cerca de 30 minutos depois, os repórteres chegam na casa da professora de matemática, Rosangela Amaro. Ela desce do carro e convida os repórteres a entrar em sua casa. Rosangela ainda convida os repórteres para um almoço após apresentar sua casa e sua família. Na casa vivem Rosangela e os dois filhos, apenas Rosangela trabalha.


IFrameO gasto mensal da casa de Rosangela não nos revela, mas conta que gasta de R$ 400 à R$ 500 reais todo mês apenas com transporte. E que sua renda mensal total é de R$ 7 mil.  Após almoçar Rosangela dará aula em outra escola, na Escola Estadual Sebastião Santana de Oliveira, no Bairro José Abrão. “Eu entro as 13h lá, aí a noite leciono na mesma escola”, conta a professora.

Ainda no trajeto até o “segundo turno” de trabalho, Marcos Maluf conta sobre sua satisfação salarial, Maluf tem carro próprio de custeia também seu combustível de um trajeto para outro de trabalho. 



IFrameOtávio Trad conta ao repórter que seu ganho mensal é de R$ 11 mil reais, mas explica também que no dia que foi acompanhado, o repórter não havia deixado claro que seria uma entrevista sobre seu cargo de vereador. Veja a mensagem:

Professora Rosângela, finalizou o encontro com a reportagem as 14h21 minutos, momento em que os repórteres deixaram a sala de aula em que ela lecionava. A aula que falava sobre ‘Matemática Financeira’, direcionada a uma turma de ensino médio.

A análise de ganho das três profissões mostra os resultados na prática de pesquisa de ganho ainda não realizada no Brasil. Mas que na análise realizada pela OCDE permite concluir que os países do Norte da Europa e alguns do Centro, são os mais privilegiados na equação trabalhar menos e ganhar melhores salários. São países com alta produtividade e que pouco produzem bens de baixo valor de compra - roupa ou calçado - e privilegiam a produção dos melhores carros do mundo e de equipamentos altamente sofisticados.

No comparativo ao levantamento desta pesquisa, brasileiros poderiam trabalhar mais que em tempos de escravidão e ainda assim não receberiam nem mesmo a metade do que alguns povos europeus recebem.

Além da produtividade ser baixa no Brasil e em muitos outros países, o debate que está posto na Europa e EUA é o da qualidade de gestão. Admite-se como fator coadjuvante à produtividade, a má qualidade dos gestores para não ultrapassarmos a barreira de trabalhar muito e ganhar baixos salários.

Galeria de fotos:











*Fotos e vídeos: Eva Elvina


Cheio de personalidade, Arco da Velha é puro estilo e satisfação


Uma das maiores preocupações do Arco da Velha é manter sua identidade com peças antigas, diferentes e até mesmo exóticas

Thalysson Pereira com Larissa Caroline

O Bazar tem inspiração em lojas das grandes metrópoles
Reprodução/Internet
Inovando no ramo da moda e trazendo o estilo europeu para Campo Grande, o bazar Arco da Velha & Brechó Pop, vende peças selecionadas, artigos importados, discos de vinil, instrumentos, miniaturas e muitas outras novidades. O espaço está localizado na rua Pedro Celestino - região central da capital - há mais de seis anos.

José Carlos de Goes, ex-bancário, casado com a jornalista Leda Ribeiro, também apaixonada por brechó, resolveram juntos montar o próprio negócio. José é colecionador e tinha muitas coisas em casa e em 2011 abriram o Arco da Velha.

No começo, o brechó foi instalado em um espaço pequeno na rua Rui Barbosa de Campo Grande. Contudo seis meses depois, devido ao sucesso, o empresário resolveu mudar de local. “Montamos o primeiro como experiência e para ver o potencial do negócio, e me surpreendi. Em pouco tempo, começou uma grande circulação de gente de todos os lugares e idades”, disse o empresário.

José quis procurar um estabelecimento no centro da capital que atendesse melhor os clientes. “Saímos em busca de um local maior e melhor localizado. Fomos em outro local que ficava na rua de baixo, no entanto, quando vimos esse prédio que estamos atualmente, achei legal e disse: é aqui”, lembrou.

Uma das maiores preocupações do comércio, é manter a personalidade do Arco da Velha, com peças antigas, diferentes e até mesmo exóticas. O casal traz artigos de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e até mesmo do exterior.

O empresário faz questão de lembrar que tem uma cartela de clientes fixos e quando viaja com a esposa, vê algo com a cara de algum comprador. Ele envia uma foto do produto e pergunta se a pessoa tem interesse. “Tem cliente que compra com a gente desde o início. Quando chega coisas novas ou até mesmo deparamos com algo que lembre esse cliente em nossas viagens, eu mando foto e falo que quando vi pensei nele. Com isso, a pessoa me fala se posso trazer”, explicou.

Uma das coisas que os clientes mais elogiam, é o atendimento. Eles afirmam que é de primeira qualidade e que se sentem à vontade quando vão ao brechó para fazerem compras. Uma cliente que estava na loja no momento em que foi realizada a entrevista, disse que vale a pena comprar tanto para si mesma quanto para presentear alguém, pois, as peças são únicas e de muito bom gosto.

Em uma conversa com o José Carlos, ele explicou que o Brechó Pop tem inspiração em lojas que ele e sua esposa viam em suas viagens, e que existem projetos para ampliar o espaço, porém, com a crise que ocasionou quedas em suas vendas, foi preciso adiar a reforma.

Em 2011, uma acadêmica do curso de jornalismo da universidade Anhanguera Uniderp, fez um trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso, baseado na história do Arco da Velha Brechó Pop. Sempre que alguém aparece lá para fazer uma entrevista, é bem recebido pelo casal de empresários, pois para eles é uma satisfação ver o quanto as pessoas sentem interesse em saber mais sobre o local.

O bazar tem tanta clientela física quanto on-line, as vendas são feitas na loja e também através do facebook https://pt-br.facebook.com/bazararcodavelha/ e pelo site http://www.bazararcodavelha.com.br/.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Horário de verão pode iniciar após as eleições

O intuito da mudança, é para que não ocorra atrasos nas apurações das eleições

Matheus Azevedo

Os brasileiros deveram adiantar o relógio em uma hora
A ideia de adiantar o relógio em uma hora durante os meses de verão, surgiu a mais de 120 anos e foi apenas em 1931 que o horário de verão foi adotado no Brasil. Mas somente em 1985 passou a ser oficializado anualmente e desde 2003 é vigente apenas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo o Ministério de Minas e Energias (MME) outros países membros da América do Norte, América do Sul, União Européia, América Central e África também adotam essa medida.
Em 2018, o horário de verão entrará em funcionamento após as eleições devido ao pedido feito, em 2017, pelo então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o ministro Gilmar Mendes.

Segundo ele o intuito da mudança é para que não ocorra atrasos no dia de votação e nas divulgações dos resultados. E por isso a data de início está prevista para o dia 4 de novembro.

No entanto outro pedido de mudança foi realizado pelo Ministério da Educação (MEC) para adiar novamente o início do horário de verão, já que o dia previsto para a mudança seria justamente a data do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Para que serve o horário de verão?

O horário de verão serve para minimizar a sobrecarga de consumo durante alguns picos diários. As horas de maior consumo de energia do dia (final da tarde) ocorrem quando as pessoas chegam em suas casas e ligam o chuveiro elétrico, a TV e outros equipamentos eletrônicos, aumentando a demanda de energia. Assim, durante o horário de verão, o maior aproveitamento da luz natural faz com que as lâmpadas de casas, indústrias, espaços comerciais, ruas e espaços públicos sejam ligadas mais tarde, quando o pico de consumo já diminuiu.

Felipe restaurante 21 anos de tradição na capital


O prato feito é o carro chefe do restaurante

Renan Santos

As receitas feitas no restaurante são todas de família
O Felipe Restaurante, fundado em 1998 por Odair José de 44 anos, surgiu do sonho de transformar uma lanchonete em um negócio ainda maior. O prato feito é o que mais se destaca, e o estabelecimento também é conhecido pelo preço acessível.

O empresário destaca que o estabelecimento preza pela qualidade. “A comida feita é a normal, simples do dia a dia, mas é aquela que agrada a todos e além disso temos promoções onde o cliente ganha uma bonificação” explica Odair.

Ele ainda conta que, desde quando tinha o estabelecimento em outro local, não gostava da ideia de fazer propaganda na rua, achava uma ideia inadequada, por conta do barulho e   por pensar que atrapalhava quem passava na rua. Com o passar do tempo e conversando com algumas pessoas ele se convenceu que seria interessante investir em divulgação através de um locutor que chama as pessoas que passam pela rua de forma animada e atraente.

Hoje o restaurante trabalha com um prato especifico, “É o prato feito que a pessoa come todo dia, serve os alimentos e a salada no mesmo prato, então é o nosso cargo chefe principal”.

Há cinco meses atrás, foi incorporado ao cardápio a boa e tradicional carne assada, e agora o cliente tem a opção de três tipos de carne: bovina, frango e linguiça.

Atualmente o estabelecimento conta com dez funcionários, sendo a cozinheira desde de o inicio do negócio, a mãe de Odair. E com para ajudar na churrascaria conta com a contribuição do pai. Com o histórico de 21 anos, o dono do local sempre ouve pessoas dizendo que deveria abrir uma nova filial devido ao sucesso do restaurante.