terça-feira, 17 de setembro de 2019

Situação climática atípica castiga Mato Grosso do Sul


Onda de calor e temperaturas elevadas devem continuar até novembro

Jurandi Libero


Foto: Jurandi Libero
Nas últimas semanas Mato Grosso do Sul vem sendo atingido por uma onda de calor intensa, que tem causados problemas em vários níveis, desde de a saúde até problemas ambientais. Tudo se deve à falta de chuvas, aos ventos que tem atingido 50 a 60 km por hora e a baixa umidade do ar.

Segundo o meteorologista Nátalio Abrão essa situação crítica deve continuar pelo menos até o fim de setembro. Por isto a população deve tomar vários cuidados para se manter saudável durante esse perdido, tais como: tomar bastante líquidos, não se expor ao sol nos horários de pico, que vai desde a metade da manhã e até o fim da tarde, usar protetor solar de fator elevado, usar roupas leve e frescas, se proteger do sol forte e alguns cremes para hidratação da pele e evitar fazer exercícios físicos durante os horários mais quentes do dia.

“No decorrer desta semana não há previsão de mudança e as condições atuais permanece em diversos municípios. Em alguns a temperatura deve passar a barreira dos 40°C e com tendência de alta” é o explica o meteorologista.

Foto: Jurandi Libero
Ainda este mês a previsão aponta que em Coxim, Sonora, Pedro Gomes e os municípios na divisa com o Mato Grosso a temperatura deve ultrapassar 45°C. O que pode causar muitos danos estruturais em muitos municípios. Outra situação curiosa é que esta mudança climática tem interferido até nas florada dos Ipês, típicos dessa época do ano.

Este ano a situação climática aqui na nossa região está totalmente atípica e isto pode comprometer a saúde da população, principalmente crianças, idosos e sem esquecer os animais. Os pets também são muitos prejudicados com estas mudanças, portanto você deve manter seu animalzinho em locais arejados e protegidos do sol e evitar passeios nos horários de picos, pois o sol quente eleva a temperatura do solo o que pode causar queimaduras graves nas patas dos animais.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Estudo para recapear vias da capital está em andamento


O projeto busca melhorar o trânsito em áreas de grande fluxo

Jurandi Libero

Foto: Site Habitare News
Algumas ruas da capital estão todas desenhadas e marcadas com linhas brancas e isso deixou muitas pessoas curiosas sobre o que estaria acontecendo. De fato, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) está fazendo um estudo para recapear diversas ruas de Campo Grande.

E foi durante as atividades desse estudo que foram realizadas muitas marcações no asfalto de várias ruas da cidade, principalmente as que tem grande fluxo. Os técnicos da secretaria estão fazendo o levantamento sobre a viabilidade econômica para que o serviço possa ser executado.

Eles percorreram algumas vias e chegaram que a conclusão que o serviço de “Tapa Buraco” é meramente paliativo e de pouca durabilidade, e que para a solução mais definitiva seria necessário a recuperação dos buracos e posteriormente o recapeamento das vias.

O secretário de obras, Rudy Fioresi, afirma que essa revitalização será possível, pois a Caixa Econômica Federal disponibilizou uma verba por meio do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) e também devido ao repasse de uma Emenda Impositiva de 22 milhões de reais, feito pela bancada sul mato-grossense na Câmara Federal.

O secretário que acredita que com estes recursos seja possível resolver em definitivo os problemas nestas regiões. “Este projeto inclui aproximadamente 28 km. Estão incluídas as regiões do Anhanduizinho, da Lagoa, do Bandeira, do Prosa e do Centro” conta o Rudy Fioresi.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Continua a crise hídrica em Campo Grande


Para evitar um racionamento a população precisa fazer uso consciente de água

Jurandi Libero com assessoria
Imagem Internet
As altas temperaturas somadas a seca prolongada, e um aumento de 5 graus acima da média da temperatura para essa época do ano, Campo Grande está registrando recorde no consumo diário de água pela população. Somente nos primeiros dias de setembro o campo-grandense já consumiu 20 milhões de litros de água a mais por dia, se compararmos com o mesmo período do ano anterior.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil a capital está em alerta vermelho. A concessionária de águas pede o apoio da população no consumo consciente de água durante o período de estiagem.
“Estamos com todas as equipes fazendo um trabalho emergencial em termos de reforço no abastecimento, ações de contingenciamento e soluções para aumento da produção de água, porém algumas regiões podem ficar desabastecidas neste período mais crítico”, afirma o diretor executivo da Águas Guariroba, Celso Paschoal.
As regiões que já foram afetadas pela estiagem são: Alves Pereira, Universitário, Parati, Piratininga, parte do Aero Rancho, Columbia, Anache, Jd. Presidente, Indubrasil, Santa Emília, Portal Caiobá, Tijuca I e II, Centenário, Moreninhas, Giocondo Orsi, Progresso, Mansur, Tiradentes, Flamboyant, Margarida, Estrela do Sul, Otávio Pécora, Coophasul, Laranjeiras, Coophatrabalho, Talismã, Seminário, Norte Parque, Carajás, Santa Luzia, Pioneiros, Campina Verde, Itamaracá, Bálsamo, Marajoara, Los Angeles, Dom Antônio Barbosa, Amambai, Taveirópolis, Coophamat, Aquarius, Rita Vieira e Bela Laguna.    
De acordo com a Águas Guariroba apesar do lançamento da campanha para um consumo consciente, uma racionalização não é descartada e somente o retorno das chuvas podem amenizar a situação. As previsões para a volta das chuvas não são nada animadoras antes de novembro. Por isto a população deve continuar economizando.
Dicas para isso envolvem varrer as calçadas em vez de lavar com mangueiras, fazer uso racional das maquinas de lavar roupas, excesso de tempo no banho e evitar chuveiros e torneiras o tempo todo abertas, dentre outros.
A empresa continua monitorando o nível dos reservatórios e trabalhando os sistemas para agilizar o uso de outras fontes, como os poços profundos e interligação entre as redes de abastecimentos entre diversos bairros. Também estarão disponíveis caminhões pipas para emergências e colocou à disposição os seus canais de atendimentos para qualquer dúvida e informações. 0800 642 115, ou 115 e também pelo WhatsApp 99123-0008.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Águas Guariroba emite alerta para consumo consciente de água


A redução no consumo está sendo estimulada para evitar a racionalização

Jurandi Libero

As altas temperaturas, a seca prolongada, o aumento do consumo de água acendeu a luz amarela em Campo Grande. Devida a estes fatores, a Águas de Guariroba lançou uma campanha para o consumo consciente, na tentativa de evitar uma racionalização.

O poder de evitar essa situação preocupante está nas mãos da população, pois esta estiagem é considerada uma das maiores nos últimos anos e pelo visto, deve continuar até novembro.

Para minimizar o problema, a empresa está monitorando o nível dos reservatórios e acionando os sistemas que possibilitam o uso de outras fontes, como os poços profundos. Também estarão disponíveis caminhões pipas para emergências e colocou à disposição os seus canais de atendimentos para qualquer dúvida e informações. 0800 642 115, ou 115 e também pelo WhatsApp 9 9123-0008.

Confira na íntegra a nota emitida nesta terça-feira:



segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Fundação Manoel de Barros lança campanha “Eu Alimento”


Doar é um ato de amor, o pouco para quem doa é muito para quem recebe

Jurandi Libero

Faça parte dessa corrente do bem.
Foi lançada no último domingo, dia 08 de setembro, a campanha “Eu Alimento” uma parceria da Fundação Manoel de Barros e da Uniderp. A campanha tem por finalidade a arrecadação de alimentos não perecíveis, que serão doados a diversas instituições sociais que atuam no auxílio de famílias e pessoas carentes.

A mobilização vai até dia 15 de outubro, as doações poderão ser entregues na sede da Fundação Manoel de Barros, na avenida Ceará,119. No ano passado foram arrecadadas 3,5 toneladas de alimentos e foram distribuídos para sete instituições. A meta este ano é arrecadar mais de seis toneladas.

O diretor da Fundação, Professor Marcos Henrique Marques, convida toda a comunidade campo-grandense a participar dessa ação de solidariedade com os mais necessitados. “A fome tira a dignidade das pessoas”, lembra o professor. Ele afirma que muitas vezes um sacolão recebido, uma cesta básica doada, um prato de comida, uma pequena ajuda aumenta a dignidade das pessoas e melhora sua autoestima.

“Um ato solidário permite que a pessoa vai em busca por um emprego e crie coragem para seguir adiante. Por isto é muito importante a participação de todos. Sem falar na grandeza do gesto, doar é muito bom. Bom para quem doa, pois ajuda o próximo e para quem recebe porque se sente incluído” finaliza o professor.


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Queimadas um problema que requer conscientização


A falta de responsabilidade social é a grande vilã dessa tragédia que vem assolando nossa país

Jurandi Libero


Foto: Portal MS/ Chico Ribeiro
A temporada de queimadas no Brasil é um fato constante todos anos. Fato que se devido a irresponsabilidade das pessoas que usam o fogo para a limpeza aproveitando o tempo seco, mas os incêndios são invitáveis quando considerados o vento e calor. Todos os anos, de abril até setembro as queimadas simplesmente saem do controle, apesar das recomendações dos órgãos governamentais.

Em Mato Grosso do Sul, este ano de 2019, contribui com 7.554, dos 74.115 focos de incêndio no Brasil, ou seja mais de 10% de todas as queimadas. Campo Grande também bateu o recorde do ano anterior e produziu 2.775 focos de incêndio contra 1.950 do ano de 2018, ou seja, um aumento de aproximadamente 30%. Já no interior do estado houve 3.765 incêndios em 2018 contra 4.775 em 2019.

De acordo com 1° Tenente Salles, do Corpo de Bombeiros da capital, os focos de incêndio no estado ainda precisam de atenção. “O número de incêndios é muito maior do que eu já disse. E pode se ter certeza que essa situação é por causa humana, são queimadas provocadas pelo homem. Por isso que ressaltamos a importância de não se fazer queimadas” ressaltou o militar.

Foto: Portal MS/ Chico Ribeiro
Além dos gatos na contenção dos incêndios também deve se levar em conta o aumento de gastos na saúde pública e o prejuízo financeiro que as queimadas provocam para grande parte da população. O investimento é altíssimo e sai do bolso do contribuinte, de setores carentes como a saúde e a educação.

Se a população, de uma forma geral, se conscientizar, isso geraria uma redução no número dos focos de incêndio e  levaria a uma melhora a qualidade de vida do povo e a diminuição na poluição do planeta.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Uniderp participa do XIV Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educação


Flexibilizar a maneira de ensinar foi um dos pontos defendidos pelos professores

Jurandi Libero

Os professores da Uniderp participaram ativamente do congresso
Aconteceu em Campo Grande, de 28 a 31 de agosto, o XIV Congresso Nacional de psicologia educacional, com o objetivo de discutir a educação no contexto da igualdade racial, questão indígena, violência e preconceito nas escolas, visto a situação em que se vive as minorias na atualidade. Este expor reflexões, posições coletivas e a preparação dos profissionais frente aos desafios que se apresentam atualmente.

Outra finalidade deste é a atuação na apresentação e pesquisas e afinando as relações entre a psicologia e a educação, como uma rede nacional e internacional e que tem por objetivo unir mais os que atuam no campo educacional. Foram convidados renomados conferencistas nacionais e internacionais que atuam nesta área: A Psicologia escolar, educacional de educação. Inclusive com ênfase as minorias e excluídos.

“O congresso foi um tanto surpreendente, enriquecedor, com muita aprendizagem, troca e relatos de experiência. Participamos na modalidade mesa redonda com a apresentação de banners. Em nossa apresentação abordamos a questão de neurociência, e procuramos desmistificar aspectos referentes a inteligência. Tivemos o apoio dos professores e doutores que defendem que avaliar o Q.I. não é a única forma de medir e avaliar a inteligência. E que se deve flexibilizar o ensinar, se preocupando também com a sensibilidade” conta a professora e psicóloga Sanami Esaki.

A psicóloga ainda frisou o relato da Professora e Dra. Mariângela da Silva Monteiro, PUV-RJ, que defende a inclusão escolar e visa que todo indivíduo tem uma identidade de responsabilidade social e a corresponsabilidade com o “serzinho” que precisa de ajuda. “A escola e o profissional têm que entender o funcionamento cognitivo e afetivo de cada um e não rotular, mas dar os mesmos diretos de aprendizagem respeitando cada indivíduo. É importante frisar que as avaliações psicológicas e neurológicas não são tudo. Vale mais o afetivo e cognitivo de quem precisa ser assistido. Isto identifica suas potencialidades” concluiu a psicóloga.

A atividades desenvolvidas neste congresso incluíram debates, lançamento de livros, exposições de trabalhos e com destaque a áreas especificas voltada para a educação, tais como: inclusão escolar, fracassos, educação e ações educativas no geral, família e seus processos educativos, étnico raciais, imigrantes, refugiados, políticas públicas de educação, pantaneiros, ribeirinhos, a questão de saúdes deste e inclusão social, psicologia escolar e questões de gêneros.



terça-feira, 3 de setembro de 2019

Plástico o mal do século XXI


#chegadeplastico a campanha que vem para conscientizar

 Jurandi Libero 
Um dos maiores problemas ambientais atuais do planeta são os plásticos, infelizmente esse material que é extremamente poluente, devido ao seu longuíssimo processo de decomposição, faz parte do nosso cotidiano. Muitas pesquisas apontam que a poluição plástica que está acontecendo nos oceanos é responsável pela morte de muitas espécies de animais marinhos.
Resende Junior, jornalista, fotografo e mergulhador é apaixonado pela vida marinha e depois de testemunhar os males que a poluição vem causando no meio ambiente resolveu criar a campanha #chegadeplastico, que vem crescendo cada vez mais e sendo apoiada por diversas personalidades.
Na campanha o mergulhador afirma que é possível a substituição deste material por algo menos poluente e contaminante. “Hoje é possível substitui-lo por produtos de papel, que tem uma decomposição mais rápida e menos danosa, por vidros que podem ser reutilizados” afirmou.
Estudo ainda apontam que devido à contaminação composta pelo plástico ingerido pelos animais pode acabar causando problemas à saúde humana, pois após a ingestão da carne contaminada é possível que cause diabetes, câncer e aumento de pressão em animais e pessoas.
Dados ainda apontam que apenas 8% do plástico produzido são reaproveitáveis, mas apenas 5% realmente são totalmente reciclados. Portanto 95% do plástico é descartado na natureza sem nenhuma preocupação
Hoje cidades como Salvador, Recife e Rio de Janeiro estão totalmente tomadas por este material que foi descartado. O petróleo é responsável pelas mudanças mais radicais no planeta nos últimos cem anos e por grandes danos a população em geral. E tem gerado mais miséria do que riquezas em algumas nações.
O petróleo já pode ser substituído por materiais menos poluentes e que tem um período de decomposição mais curto. De acordo com o Canal Globo Rural, pesquisadores da Goodyear e da americana United Soybear (USB) já estão produzindo pneus veiculares com óleo de soja e sílica de casca de arroz. São produtos ecologicamente corretos, recicláveis, mais seguros e totalmente renovável, sem citar que tem durabilidade maior e um custo 30% menor. Isto com sem falar na inclusão econômica dos países produtores de grãos
Quer fazer parte dessa corrente do bem? Qualquer atitude por menor que seja ajuda ao meio ambiente. A mais simples começa em casa com a separação correta do lixo doméstico, destinado os materiais recicláveis para a coleta seletiva e a tomada atitudes conscientes como o uso de sacolas retornáveis no supermercado e a redução do uso de itens plásticos como copos e canudos. Seja consciente o meio ambiente agradece.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Taxa de desemprego cai no mês de julho


Apesar da queda nos índices, ainda há um desequilíbrio no mercado

Jurandi Libero

Foto: gustavomellossa/Getty Images
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que a taxa de desemprego recuou para 11,8% da população economicamente ativa no trimestre que terminou em julho de 2019. Esta queda fez com que 609 mil pessoas voltassem ao mercado de trabalho. Este foi o melhor resultado desde julho de 2018 quando a taxa era de 12,8%.

Houve também um aumento no nível de ocupação de pessoas que sobrevivem sem carteira assinada e pelo trabalho por conta própria. Este ano o aumento no nível de ocupação dos que não tem carteira assinada cresceu 3,9%, e no ano de 2018 este aumento foi de 5,6%, e também houve um aumento do que trabalham por conta própria. Passou de 1,4 em 2018 para 5,0% em 2019.

“Apesar da queda de desocupação, ainda é alto a geração de empregos sem carteira assinada e por conta própria.  Hoje os sem carteira assinada são cerca de 2,4%, e foi de 1,3% no período anterior, no setor privado, o mercado ficou estável enquanto no mercado informal continua em alta” explicou Simara Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.

Mas não deixa de ser uma boa notícia, visto que este estava estabilizado e há uma perspectiva de recuperação para os próximos meses. O desemprego ainda é elevado no Brasil e tem diversos fatores; o baixo investimento privado, o excesso de gasto público, a qualidade do ensino em geral, principalmente na formação técnica e os custos financeiros na folha de pagamento no geral.

Outro motivo tem sido a desistência pela busca de uma vaga no mercado de trabalho, associado a 
queda do poder aquisitivo. Também contribui os baixos salários pagos pelo mercado devido a oferta e o ganho maior na “informalidade”.

Um dos fatores que influenciam fortemente na questão do desemprego é a procura especifica por mão de obra extremamente qualificada, para as mais diversas áreas do conhecimento, tais como alta tecnologia, agronegócios, novas fronteiras agrícolas com produtos tipo exportações e as qualidades e desejos empreendedores do povo brasileiro.